I Simpósio Internacional de Segurança para o Doente
  • REALIZAÇÃO:
  • Segurança do paciente

O evento mais esperado do ano
Transmissão ao vivo

  • Charles Vincent
    Charles Vincent
    Psicólogo especialista em segurança do doente
  • Ayse Gurses
    Ayse Gurses
    Professora do Johns Hopkins
  • Jan Compton
    Jan Compton
    Enfermeira do Baylor Scott & White Health

VÁLIDO SOMENTE PARA FORA DO BRASIL

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MENSAGEM DO COMITÊ CIENTÍFICO

Em abril de 2018, completamos no Brasil cinco anos do início do ‘Programa Nacional de Segurança do Paciente’, um marco da busca por um sistema de saúde que consiga entregar mais qualidade assistencial, expondo os doentes a menos riscos de sofrer com eventos adversos evitáveis. É momento de fazermos um balanço de nossas ações, de nossas conquistas, mas também de fazer nossos planos para o futuro.

Com a maturidade, entendemos que a Segurança do Doente é “um alvo em movimento”, e que já não importa tanto discutir a precisão das estimativas de mortes por eventos adversos, nem se lançar a metas inviáveis de qualidade e segurança. O importante mesmo é tentar focar em melhorar a realidade que está diante de nossos olhos, e que se renova de forma muito rápida, apontando para cada vez mais complexidade, com riscos que se modificam ao longo do tempo, exigindo técnica e criatividade para nos adaptarmos. Posto que vivemos um problema real, e que afeta doentes, familiares e a sociedade como um todo, precisamos sedimentar e explorar soluções tangíveis e sustentáveis.

Precisaremos, ou melhor, precisamos ser disruptivos em toda a cadeia de assistência à saúde, incluindo a mudança do formato de financiamento e remuneração, uma revisão do papel e das relações com as indústrias voltadas à saúde, a inserção real do doente como centro de tudo, as consolidações das relações interprofissionais com construção de equipes de assistência consistentes, a busca por transparência com a sociedade, entre muitas outras coisas. E seremos cada vez mais pautados por mudanças tecnológicas frenéticas como as soluções de inteligência artificial no apoio à tomada de decisão, bem como por mudanças conjunturais e estruturais, com um sistema que precisa se voltar ao valor do que fazemos nas perspectivas do doente e da sociedade.

O IBSP oferece pela primeira vez a transmissão ao vivo para o público de fora do Brasil para amplificar o momento de troca, aprendizado e reflexão, sabendo que toda a discussão aqui exposta é contínua, complexa, mas é o nosso combustível de renovação em busca dos ideais que queremos ver vivos e presentes na assistência que prestamos diuturnamente, e que almejamos ser cada vez melhor.

Lucas Zambon
Diretor Científico – IBSP

COMITÊ CIENTÍFICO

Lucas Santos Zambon
Karina Pires
Sylvia Lemos Hinrichsen

COMITÊ ORGANIZADOR

José Ribamar Branco Filho
Susana Ramos
Karina Pires Pecora
Eliana Argolo
Fabiana Sarmento
Paulo Oliveira
Carolina Botelho

PALESTRANTES INTERNACIONAIS

Charles Vincent

Charles Vincent

Psicólogo especializado em segurança do doente e professor emérito de Pesquisa em Segurança Clínica do Imperial College, de Londres

Formado em psicologia, atuou como psicólogo clínico no British NHS britânico por vários anos. Desde 1985, se concentrou na realização de pesquisas sobre as causas dos danos aos doentes, nas consequências para os doentes e profissionais de saúde nos métodos para melhorar a segurança dos cuidados de saúde. Charles Vincent criou a Unidade de Risco Clínico no Departamento de Psicologia na University College London, onde era professor de psicologia.

Ayse Gurses

Ayse Gurses

Professora associada da Johns Hopkins University e diretora do Armstrong Institute Center for Health Care Human Factors, nos Estados Unidos.

A Dra. Ayse P. Gurses é professora associada de anestesiologia e cuidados intensivos na Johns Hopkins University School of Medicine. Ela realiza um trabalho conjunto no Departamento de Política e Gestão de Saúde da Johns Hopkins’ Bloomberg School of Public Health’s. Suas áreas de especialização incluem engenharia de fatores humanos, segurança do doente, design de tecnologia de saúde e avaliação de usabilidade e implementação.

Jan Compton

Jan Compton

Enfermeira e diretora do Escritório de Segurança do Doente da Baylor Scott & White Health

Jan Compton é enfermeira especialista em terapia intensiva, tendo migrado para área de Qualidade, Risco e Segurança do Doente. Atualmente, é diretora do Escritório de Segurança do Doente, na Baylor Scott & White Health, onde foca em iniciativas, práticas baseadas em evidências e estratégias para melhorar a assistência dos doentes. Ela ainda é membro da North Texas Association for Healthcare Quality e presidente do Comitê de Segurança e Qualidade do Doente do Dallas-Fort Worth Hospital Council.

PROGRAMAÇÃO

DA TRANSMISSÃO AO VIVO

HORA LOCAL EM LISBOA

  • 12h às 12h30
    CERIMÔNIA DE ABERTURA
  • 12h30 às 13h40
    PALESTRA INTERNACIONAL | CHARLES VINCENT
    Segurança do doente além dos muros dos hospitais: a assistência domiciliar

    Saiba Mais +

    Como resultado de uma vasta melhoria no sistema de saúde nas últimas décadas, houve um aumento na sobrevida de doentes que apresentam necessidades mais complexas. Adultos e crianças em condições clínicas crônicas estão, agora, sendo cuidados por seus parentes e cuidadores em suas próprias casas. Essas pessoas, hoje, realizam diversas atividades de cuidado, como a mensuração de sinais vitais, cuidados com feridas ou mesmo cuidados mais complexos como alimentação artificial e ventilação mecânica.Os benefícios do cuidado em casa são conhecidos, mas os riscos precisam ser explorados. A segurança do doente nesse contexto raramente é explorada, pois estivemos muito preocupados com o cuidado intra-hospitalar. Precisamos entender que, em um futuro próximo, o cuidado domiciliar será um dos principais, se não o mais importante cenário da assistência à saúde.
  • 13h40 às 14h10
    INTERVALO
  • 14h10 às 15h20
    PALESTRA INTERNACIONAL | JAN COMPTON
    O papel da mensuração e produção de relatórios em segurança do doente.

    Saiba Mais +

    Durante essa palestra, será apresentada a importância da mensuração e dos relatórios para segurança do doente.O conceito de fator humano em sistema de saúde para melhoria da segurança do doente também será abordado e quais são os métodos utilizados pela Baylor Scott & White Health na mensuração e no reporte de eventos no contexto da segurança do doente fazem parte desta aula.
  • 19h30 às 20h40

    PALESTRA INTERNACIONAL | AYSE GURSES
    Como melhorar a qualidade e a segurança nas transições do cuidado através da abordagem da engenharia do fator humano

    Saiba Mais +

    O aumento da tecnologia em saúde combinado com a limitação de recursos tem aumentado o número de transições no cuidado, levando à fragmentação na assistência. Essas transições podem causar riscos significativos à segurança do doente, assim como resultados clínicos e financeiros insatisfatórios se não forem gerenciadas efetivamente. Isso ocorre porque informações importantes podem ser comunicadas erroneamente ou simplesmente omitidas.

    As transições do cuidado podem ser analisadas como fonte de falhas, mas também como oportunidades para rever os erros. Apesar de sua importância, apenas um pequeno número de estudos é feito neste campo, e a maioria das intervenções reportadas na literatura foi implementada sem considerar a ciência da segurança ou os princípios e métodos da engenharia do fator humano.

    Nesta palestra, serão apresentados exemplos de como o Johns Hopkins Armstrong Institute identifica sistematicamente os riscos nas transições do cuidado e como as intervenções para eliminar ou mitigar seus efeitos são desenvolvidas por meio da utilização de métodos da engenharia do fator humano.

  • 12h30 às 13h40
    PALESTRA INTERNACIONAL | AYSE GURSES
    Como praticar medicina baseada em evidência de forma mais consistente através da abordagem da engenharia do fator humano

    Saiba Mais +

    Muitas pessoas recebem um cuidado inadequado que, frequentemente, resulta em danos que seriam evitáveis. Apenas 50% dos doentes recebem cuidados baseados em evidências, e esta estatística não apresentou melhorias nos últimos 15 anos. Uma adesão consistente às evidências científicas pode melhorar significativamente a qualidade e a segurança na assistência. Contudo, o uso clínico dessas evidências ainda é insatisfatório.Nesta palestra, serão descritos os fatores que afetam o uso consistente de práticas baseadas em evidências usando uma abordagem interdisciplinar. Será dado enfoque na adesão a nas diretrizes para reduzir taxas de infecção, mas os dados podem ser generalizados para diversas outras áreas de atuação.Serão apresentados exemplos do Johns Hopkins Armstrong Institute para melhorar a adesão às práticas baseadas em evidências em âmbito local, nacional e internacional, bem como projetos de melhoria da qualidade que tiveram sucesso em melhorar o uso de práticas baseadas em evidências.
  • 13h40 às 14h10
    INTERVALO
  • 14h10 às 15h20
    PALESTRA INTERNACIONAL | JAN COMPTON
    Métodos para a promoção de um cuidado seguro

    Saiba Mais +

    Nesta palestra, serão apresentados exemplos da vida real, métodos práticos e ferramentas para a melhoria da segurança do doente.Componentes chaves para a melhoria da segurança do doente que incluem: esforços estratégicos, melhoria dos processos e tecnologia fazem parte da abordagem de Jan Compton.A enfermeira irá discutir a segurança do doente sob a perspectiva do mundo real, partindo dos resultados da Baylor Scott & White Health como exemplo e relacionando o trabalho com a redução das infecções relacionadas à assistência à saúde.
  • 18h10 às 19h
    DEBATE | QUAIS OS LIMITES DA MELHORIA?
    Speakers: Charles Vincent e Ayse Gurses
  • 19h às 19h30
    INTERVALO
  • 19h30 às 20h40
    PALESTRA INTERNACIONAL | CHARLES VINCENT
    Errar é Humano: como devemos medir e monitorar a segurança do doente nas organizações

    Saiba Mais +

    A mensuração e o monitoramento da segurança continuam sendo uma prioridade em todo o sistema de saúde. Doentes, profissionais de saúde e administradores querem se assegurar de que as organizações de saúde sejam seguras. Entretanto, não há um consenso sobre o que pensamos quando nos perguntamos se nossa instituição é segura ou se esta segurança é efetivamente alcançada na prática.O “MMS – Measurement Monitoring of Safety” (mensuração e monitoramento da segurança) tem sido utilizado em muitos programas no Reino Unido, na Escócia e no Canadá, com potencial de embasar métodos organizacionais de monitoramento de segurança mais abrangentes. No entanto, sua utilização requer líderes comprometidos que entendam tais conceitos e sejam capazes de colocá-los em prática.A estrutura do MMS é baseada em teorias, literatura e práticas provenientes da área da saúde e de outras indústrias, sendo composto de cinco principais divisões de segurança que podem capacitar uma organização para avaliar se o cuidado é seguro. As descobertas destes programas serão apresentadas e discutidas nessa palestra.

* Esta programação pode ser alterada a qualquer momento sem aviso prévio.

INSCRIÇÕES

SIMPÓSIO

Transmissão ao vivo
57 euros
  • Valor aproximado em Euros.

  • Preço final está sujeito à variação cambial em relação ao Real (R$ 233,00).
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SIMPÓSIO

Transmissão ao vivo + 72 horas de conteúdo on demand
80 euros
  • Valor aproximado em Euros.

  • Preço final está sujeito à variação cambial em relação ao Real (R$ 326).
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CONTATO

IBSP - Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente

IBSP – Av. Marquês de São Vicente, 446 – sala 214
Tel.: (Indicativo de país 55 11) 3392-5169 / 99704-1601
E-mail: relacionamento@segurancadopaciente.com.br

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